23/07/2010 – 19ª reunião da AEL “Jorge Amado” da Emef. Prof. Nelson Pimentel Queiroz.
Aos vinte e três de julho de dois mil e dez, os acadêmicos da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” reuniram-se com os coordenadores Prof. Valmi e Profª. Maria Aparecida, no período de 11h55min às 13h25min. No início da reunião o Prof. Valmi agradeceu aos acadêmicos que participaram do seminário que homenageou o escritor Manuel Bandeira e informou que o próximo seminário será no dia 01/09/2010. O autor homenageado será Monteiro Lobato. Em seguida, lemos a biografia de Monteiro Lobato junto com os acadêmicos e após a leitura discutimos o texto. Na seqüência, o Prof. Valmi distribuiu a letra da música de Gilberto Gil “Sítio do pica pau amarelo”. O texto foi lido e em seguida, os acadêmicos acompanharam a letra ouvindo a música no DVD “Sítio do Pica-pau-amarelo”, episódio “As memórias de Emilia”. A seguir, o início o episódio citado foi exibido. Após trinta e sete minutos, a exibição foi interrompida. O Prof. Valmi explicou para os acadêmicos que o trecho do DVD que foi mostrado para eles é uma das historias do livro “Memórias de Emília”. O Prof. Valmi disse aos acadêmicos que durante a próxima semana ou na próxima reunião, os acadêmicos que participarão do seminário receberão um exemplar do livro “Memórias de Emilia” para lerem o capitulo que irão expor.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
A VIDA DE MANUEL BANDEIRA - Entrevista: Leandro e Luana
A VIDA DE MANUEL BANDEIRA
Entrevista: Leandro e Luana
Luana – Onde nasceu Manuel Bandeira?
Leandro – Em Recife, Pernambuco
Luana – Em que ano nasceu Manuel Bandeira?
Leandro – Ele nasceu em 19 de abril de 1886
Luana – Para qual cidade Manuel Bandeira se mudou ainda jovem?
Leandro – Ele se mudou, ainda jovem, para o Rio de Janeiro
Luana – Em que ano Manuel Bandeira se transferiu para São Paulo?
Leandro – Foi no ano de 1903
Luana – Que curso Manuel Bandeira fez em São Paulo?
Leandro – Bandeira fez o curso de Engenharia na Escola Politécnica
Luana – Por que Bandeira abandonou os estudos?
Leandro – Por causa da tuberculose e retornou ao Rio de Janeiro, nessa época
Luana – O que ele fez no Rio de Janeiro?
Leandro – Ele escreveu poesias e prosas
Luana – Ele também era professor?
Leandro – Ele deu aula na Faculdade Nacional de Filosofia
Luana – Por causa da doença ele passou longos períodos em quais lugares?
Leandro – Ele passou grande tempo da sua vida em estações climáticas no Brasil e na Europa
Luana – Os anos entre 1916 e 1920 foram muito tristes para o poeta. O que aconteceu com ele nesse período?
Leandro – Ele perdeu a mãe, a irmã e o pai
Luana – Que livro ele publicou em 1917?
Leandro – Ele publicou o livro “As cinzas das horas”
Luana – Que outro livro ele lançou?
Leandro – Dois anos depois ele lançou o livro “O Carnaval” onde fazia uso do verso livre
Luana – Manuel Bandeira participou da Semana de Arte Moderna de 1922, em São Paulo
Leandro – Não, ele não participou
Luana – Mas no entanto foi lido um poema seu durante a Semana de Arte Moderna, correto?
Leandro – Sim, foi lido o poema “O Sapo”, por seu amigo Ronald de Carvalho, na segunda noite do acontecimento
Luana – Como era a vida de Manuel Bandeira no Rio de Janeiro?
Leandro – O poeta Manuel Bandeira tinha muitos amigos e participava das reuniões da Academia Brasileira de Letras, mas apesar disso, era um homem muito solitário
Luana – Ele era casado? Tinha filhos?
Leandro – Não, Manuel Bandeira não se casou e não teve filhos
Luana – Manuel Bandeira passou a vida toda achando que iria morrer de tuberculoso a qualquer hora, não é mesmo?
Leandro – É verdade, mas acabou morrendo aos 82 anos de parada cardíaca e não de tuberculose
Entrevista: Leandro e Luana
Luana – Onde nasceu Manuel Bandeira?
Leandro – Em Recife, Pernambuco
Luana – Em que ano nasceu Manuel Bandeira?
Leandro – Ele nasceu em 19 de abril de 1886
Luana – Para qual cidade Manuel Bandeira se mudou ainda jovem?
Leandro – Ele se mudou, ainda jovem, para o Rio de Janeiro
Luana – Em que ano Manuel Bandeira se transferiu para São Paulo?
Leandro – Foi no ano de 1903
Luana – Que curso Manuel Bandeira fez em São Paulo?
Leandro – Bandeira fez o curso de Engenharia na Escola Politécnica
Luana – Por que Bandeira abandonou os estudos?
Leandro – Por causa da tuberculose e retornou ao Rio de Janeiro, nessa época
Luana – O que ele fez no Rio de Janeiro?
Leandro – Ele escreveu poesias e prosas
Luana – Ele também era professor?
Leandro – Ele deu aula na Faculdade Nacional de Filosofia
Luana – Por causa da doença ele passou longos períodos em quais lugares?
Leandro – Ele passou grande tempo da sua vida em estações climáticas no Brasil e na Europa
Luana – Os anos entre 1916 e 1920 foram muito tristes para o poeta. O que aconteceu com ele nesse período?
Leandro – Ele perdeu a mãe, a irmã e o pai
Luana – Que livro ele publicou em 1917?
Leandro – Ele publicou o livro “As cinzas das horas”
Luana – Que outro livro ele lançou?
Leandro – Dois anos depois ele lançou o livro “O Carnaval” onde fazia uso do verso livre
Luana – Manuel Bandeira participou da Semana de Arte Moderna de 1922, em São Paulo
Leandro – Não, ele não participou
Luana – Mas no entanto foi lido um poema seu durante a Semana de Arte Moderna, correto?
Leandro – Sim, foi lido o poema “O Sapo”, por seu amigo Ronald de Carvalho, na segunda noite do acontecimento
Luana – Como era a vida de Manuel Bandeira no Rio de Janeiro?
Leandro – O poeta Manuel Bandeira tinha muitos amigos e participava das reuniões da Academia Brasileira de Letras, mas apesar disso, era um homem muito solitário
Luana – Ele era casado? Tinha filhos?
Leandro – Não, Manuel Bandeira não se casou e não teve filhos
Luana – Manuel Bandeira passou a vida toda achando que iria morrer de tuberculoso a qualquer hora, não é mesmo?
Leandro – É verdade, mas acabou morrendo aos 82 anos de parada cardíaca e não de tuberculose
ACADEMIA ESTUDANTIL DE LETRAS
JORGE AMADO
“Uma história se conta, não se explica”
No dia 24 de junho de 2010, na EMEF Prof. Pimentel Queiroz, às 11h50,
à Av. Leonardo da Vinci, 1371 , Vila Guarani, acontecerá o 1º Seminário da Academia Estudantil de Letras Jorge Amado, em 2010, sobre o poeta Manuel Bandeira.
Seminário do Acadêmico:
Leandro Souza Silva
Programa: Recital de Poesia – Palestras das Profs. Maria Lucia e Luciane Q. M. Mietto
Ficaremos honrados com a sua presença
JORGE AMADO
“Uma história se conta, não se explica”
No dia 24 de junho de 2010, na EMEF Prof. Pimentel Queiroz, às 11h50,
à Av. Leonardo da Vinci, 1371 , Vila Guarani, acontecerá o 1º Seminário da Academia Estudantil de Letras Jorge Amado, em 2010, sobre o poeta Manuel Bandeira.
Seminário do Acadêmico:
Leandro Souza Silva
Programa: Recital de Poesia – Palestras das Profs. Maria Lucia e Luciane Q. M. Mietto
Ficaremos honrados com a sua presença
Ata da 18a reunião
18/06/2010 – 18ª reunião da AEL “Jorge Amado” da Emef Prof. Nelson Pimentel Queiroz.
Aos dezoito dias do mês de junho de dois mil e dez, os acadêmicos da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” reuniram-se com os coordenadores Prof. Valmi e Profª. Maria Aparecida, no período de 11h55min as 13h25min. No inicio da reunião, o Prof. Valmi explicou novamente a respeito do seminário que será realizado em 24/06/2010. Será o 1º seminário que esta AEL fará e o autor homenageado será Manuel Bandeira. O Prof. Valmi disse que o Prof. Jorge, no dia do seminário falará a respeito da biografia de Manuel Bandeira, a Profª Luciane, de Artes, falará a respeito da Semana de Arte Moderna e para se entender melhor como era a vida na época de Manuel Bandeira. Explicou também que o acadêmico que ocupa a cadeira de Manuel Bandeira, Leandro, será entrevistado pela acadêmica Luana e falará sobre a vida desse autor. Em seguida, os acadêmicos Leandro e Luana ensaiaram a entrevista e os outros acadêmicos ensaiaram seus poemas. Por exemplo: Carlos Eduardo ensaiou o poema “Profundamente” e explicou o que entendeu do poema; Ana Carolina ensaiou “O Bicho”; Lucas ensaiou “A realidade e a imagem” e Leandro, “Irene” e “Andorinha”. Após os ensaios, a reunião foi encerrada com o pedido para que todos os acadêmicos continuem lendo seus poemas para memorizá-lo bem.
Aos dezoito dias do mês de junho de dois mil e dez, os acadêmicos da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” reuniram-se com os coordenadores Prof. Valmi e Profª. Maria Aparecida, no período de 11h55min as 13h25min. No inicio da reunião, o Prof. Valmi explicou novamente a respeito do seminário que será realizado em 24/06/2010. Será o 1º seminário que esta AEL fará e o autor homenageado será Manuel Bandeira. O Prof. Valmi disse que o Prof. Jorge, no dia do seminário falará a respeito da biografia de Manuel Bandeira, a Profª Luciane, de Artes, falará a respeito da Semana de Arte Moderna e para se entender melhor como era a vida na época de Manuel Bandeira. Explicou também que o acadêmico que ocupa a cadeira de Manuel Bandeira, Leandro, será entrevistado pela acadêmica Luana e falará sobre a vida desse autor. Em seguida, os acadêmicos Leandro e Luana ensaiaram a entrevista e os outros acadêmicos ensaiaram seus poemas. Por exemplo: Carlos Eduardo ensaiou o poema “Profundamente” e explicou o que entendeu do poema; Ana Carolina ensaiou “O Bicho”; Lucas ensaiou “A realidade e a imagem” e Leandro, “Irene” e “Andorinha”. Após os ensaios, a reunião foi encerrada com o pedido para que todos os acadêmicos continuem lendo seus poemas para memorizá-lo bem.
Ata da 17a reunião
11/06/2010 – 17ª reunião da AEL “Jorge Amado” da Emef. Prof. Nelson Pimentel Queiroz.
Aos onze dias do mês de junho de dois mil e dez, os alunos da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” reuniram-se com os coordenadores Prof. Valmi e Profª. Maria Aparecida, no período de 11h55min as 13h25min. O Prof. Valmi informou a todos os acadêmicos a respeito do 1º seminário que fará uma homenagem a Manuel Bandeira, dizendo que os acadêmicos que vão declamar um poema precisam continuar se empenhando em memorizá-lo. Depois dos informes os acadêmicos presentes iniciaram um trabalho a respeito da Copa do Mundo de 2010. Selecionaram reportagens, noticias e fotos de alguns jornais e revistas e fizeram cartazes. Em seguida, esses cartazes foram colocados em murais no pátio da escola e a reunião foi encerrada.
Aos onze dias do mês de junho de dois mil e dez, os alunos da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” reuniram-se com os coordenadores Prof. Valmi e Profª. Maria Aparecida, no período de 11h55min as 13h25min. O Prof. Valmi informou a todos os acadêmicos a respeito do 1º seminário que fará uma homenagem a Manuel Bandeira, dizendo que os acadêmicos que vão declamar um poema precisam continuar se empenhando em memorizá-lo. Depois dos informes os acadêmicos presentes iniciaram um trabalho a respeito da Copa do Mundo de 2010. Selecionaram reportagens, noticias e fotos de alguns jornais e revistas e fizeram cartazes. Em seguida, esses cartazes foram colocados em murais no pátio da escola e a reunião foi encerrada.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Seminário: Manuel Bandeira - poesias recitadas pelos alunos
1- Andorinha
Andorinha, andorinha lá fora esta cantando:
-Passei o dia a-toa, a-toa.
Andorinha minha canção é mais triste:
-Passei a vida a-toa, a-toa.´´
2 – Nas ondas
Nas ondas da praia
Nas ondas do mar
Quero ser feliz
Quero me afogar.
Nas ondas da praia
Quem vem me beijar?
Quero a estrela-d'alva
Rainha do mar.
Quero ser feliz
Nas ondas do mar
Quero esquecer tudo
Quero descansar.
3 - Mulheres
Como as mulheres são lindas!
Inútil pensar que é do vestido...
E depois não há só as bonitas:
Há também as simpáticas.
E as feias, certas feias em cujos olhos vejo isto:
Uma menininha que é batida e pisada e nunca sai da cozinha.
Como deve ser bom gostar de uma feia!
O meu amor porém não tem bondade alguma.
É fraco! Fraco!
Meu Deus, eu amo como as criancinhas...
És linda como uma história da carochinha...
E eu preciso de ti como precisava de mamãe e papai
(No tempo em que pensava que os ladrões moravam no morro atrás de casa e tinham cara de pau)
4 – O rio
Ser como o rio que deflui
Silencioso dentro da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas nos céus, refleti-las.
E se os céus se pejam de nuvens,
Como o rio as nuvens são água,
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranquilas.
5 – Não quero amar
Não quero amar,
Não quero ser amado.
Não quero combater,
Não quero ser soldado.
— Quero a delícia de poder se
6 - A onda
a onda anda
aonde anda
a onda?
a onda ainda
ainda onda
ainda anda
aonde?
aonde?
a onda a onda
7- Profundamente
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci.
Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?
- Estão todos dormindo
Estão todos deitados
Dormindo Profundamente.
8 - Canção do vento e da minha vida
O vento varria as folhas,
o vento varria os frutos,
o vento varria as flores...
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de frutos, de flores, de folhas.
O vento varria as luzes,
o vento varria as músicas,
o vento varria os aromas...
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de aromas, de estrelas, de cânticos.
O vento varria os sonhos
e varria as amizades...
o vento varria as mulheres.
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de afetos e de mulheres.
O vento varria os meses
e varria os teus sorrisos...
o vento varria tudo!
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de tudo.
9 - CONSOADA
Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
Talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
- Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.
10 – Trem de ferro
Café com pão
Café com pão
Café com pão
Virge maria que foi isso maquinista?
Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu presciso
Muita força
Muita força
Muita força
Oô...
Menina bonita
Do vestido verde
Me dá tua boca
Pra matá minha sede
Oô...
Vou mimbora
Vou mimbora
Não gosto daqui
Nasci no sertão
Sou de Ouricuri
Oô...
Vou depressa
Vou correndo
Vou na toda
Que só levo
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente...
Andorinha, andorinha lá fora esta cantando:
-Passei o dia a-toa, a-toa.
Andorinha minha canção é mais triste:
-Passei a vida a-toa, a-toa.´´
2 – Nas ondas
Nas ondas da praia
Nas ondas do mar
Quero ser feliz
Quero me afogar.
Nas ondas da praia
Quem vem me beijar?
Quero a estrela-d'alva
Rainha do mar.
Quero ser feliz
Nas ondas do mar
Quero esquecer tudo
Quero descansar.
3 - Mulheres
Como as mulheres são lindas!
Inútil pensar que é do vestido...
E depois não há só as bonitas:
Há também as simpáticas.
E as feias, certas feias em cujos olhos vejo isto:
Uma menininha que é batida e pisada e nunca sai da cozinha.
Como deve ser bom gostar de uma feia!
O meu amor porém não tem bondade alguma.
É fraco! Fraco!
Meu Deus, eu amo como as criancinhas...
És linda como uma história da carochinha...
E eu preciso de ti como precisava de mamãe e papai
(No tempo em que pensava que os ladrões moravam no morro atrás de casa e tinham cara de pau)
4 – O rio
Ser como o rio que deflui
Silencioso dentro da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas nos céus, refleti-las.
E se os céus se pejam de nuvens,
Como o rio as nuvens são água,
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranquilas.
5 – Não quero amar
Não quero amar,
Não quero ser amado.
Não quero combater,
Não quero ser soldado.
— Quero a delícia de poder se
6 - A onda
a onda anda
aonde anda
a onda?
a onda ainda
ainda onda
ainda anda
aonde?
aonde?
a onda a onda
7- Profundamente
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci.
Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?
- Estão todos dormindo
Estão todos deitados
Dormindo Profundamente.
8 - Canção do vento e da minha vida
O vento varria as folhas,
o vento varria os frutos,
o vento varria as flores...
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de frutos, de flores, de folhas.
O vento varria as luzes,
o vento varria as músicas,
o vento varria os aromas...
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de aromas, de estrelas, de cânticos.
O vento varria os sonhos
e varria as amizades...
o vento varria as mulheres.
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de afetos e de mulheres.
O vento varria os meses
e varria os teus sorrisos...
o vento varria tudo!
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de tudo.
9 - CONSOADA
Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
Talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
- Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.
10 – Trem de ferro
Café com pão
Café com pão
Café com pão
Virge maria que foi isso maquinista?
Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu presciso
Muita força
Muita força
Muita força
Oô...
Menina bonita
Do vestido verde
Me dá tua boca
Pra matá minha sede
Oô...
Vou mimbora
Vou mimbora
Não gosto daqui
Nasci no sertão
Sou de Ouricuri
Oô...
Vou depressa
Vou correndo
Vou na toda
Que só levo
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente...
Seminário: Manuel Bandeira
Seminário sobre o poeta Manuel Bandeira em 24 de junho de 2010
A VIDA DE MANUEL BANDEIRA
Entrevista: Leandro e Luana
Luana – Onde nasceu Manuel Bandeira?
Leandro – Em Recife, Pernambuco
Luana – Em que ano nasceu Manuel Bandeira?
Leandro – Ele nasceu em 19 de abril de 1886
Luana – Para qual cidade Manuel Bandeira se mudou ainda jovem?
Leandro – Ele se mudou, ainda jovem, para o Rio de Janeiro
Luana – Em que ano Manuel Bandeira se transferiu para São Paulo?
Leandro – Foi no ano de 1903
Luana – Que curso Manuel Bandeira fez em São Paulo?
Leandro – Bandeira fez o curso de Engenharia na Escola Politécnica
Luana – Por que Bandeira abandonou os estudos?
Leandro – Por causa da tuberculose e retornou ao Rio de Janeiro, nessa época
Luana – O que ele fez no Rio de Janeiro?
Leandro – Ele escreveu poesias e prosas
Luana – Ele também era professor?
Leandro – Ele deu aula na Faculdade Nacional de Filosofia
Luana – Por causa da doença ele passou longos períodos em quais lugares?
Leandro – Ele passou grande tempo da sua vida em estações climáticas no Brasil e na Europa
Luana – Os anos entre 1916 e 1920 foram muito tristes para o poeta. O que aconteceu com ele nesse período?
Leandro – Ele perdeu a mãe, a irmã e o pai
Luana – Que livro ele publicou em 1917?
Leandro – Ele publicou o livro “As cinzas das horas”
Luana – Que outro livro ele lançou?
Leandro – Dois anos depois ele lançou o livro “O Carnaval” onde fazia uso do verso livre
Luana – Manuel Bandeira participou da Semana de Arte Moderna de 1922, em São Paulo
Leandro – Não, ele não participou
Luana – Mas no entanto foi lido um poema seu durante a Semana de Arte Moderna, correto?
Leandro – Sim, foi lido o poema “O Sapo”, por seu amigo Ronald de Carvalho, na segunda noite do acontecimento
Luana – Como era a vida de Manuel Bandeira no Rio de Janeiro?
Leandro – O poeta Manuel Bandeira tinha muitos amigos e participava das reuniões da Academia Brasileira de Letras, mas apesar disso, era um homem muito solitário
Luana – Ele era casado? Tinha filhos?
Leandro – Não, Manuel Bandeira não se casou e não teve filhos
Luana – Manuel Bandeira passou a vida toda achando que iria morrer de tuberculoso a qualquer hora, não é mesmo?
Leandro – É verdade, mas acabou morrendo aos 82 anos de parada cardíaca e não de tuberculose
A VIDA DE MANUEL BANDEIRA
Entrevista: Leandro e Luana
Luana – Onde nasceu Manuel Bandeira?
Leandro – Em Recife, Pernambuco
Luana – Em que ano nasceu Manuel Bandeira?
Leandro – Ele nasceu em 19 de abril de 1886
Luana – Para qual cidade Manuel Bandeira se mudou ainda jovem?
Leandro – Ele se mudou, ainda jovem, para o Rio de Janeiro
Luana – Em que ano Manuel Bandeira se transferiu para São Paulo?
Leandro – Foi no ano de 1903
Luana – Que curso Manuel Bandeira fez em São Paulo?
Leandro – Bandeira fez o curso de Engenharia na Escola Politécnica
Luana – Por que Bandeira abandonou os estudos?
Leandro – Por causa da tuberculose e retornou ao Rio de Janeiro, nessa época
Luana – O que ele fez no Rio de Janeiro?
Leandro – Ele escreveu poesias e prosas
Luana – Ele também era professor?
Leandro – Ele deu aula na Faculdade Nacional de Filosofia
Luana – Por causa da doença ele passou longos períodos em quais lugares?
Leandro – Ele passou grande tempo da sua vida em estações climáticas no Brasil e na Europa
Luana – Os anos entre 1916 e 1920 foram muito tristes para o poeta. O que aconteceu com ele nesse período?
Leandro – Ele perdeu a mãe, a irmã e o pai
Luana – Que livro ele publicou em 1917?
Leandro – Ele publicou o livro “As cinzas das horas”
Luana – Que outro livro ele lançou?
Leandro – Dois anos depois ele lançou o livro “O Carnaval” onde fazia uso do verso livre
Luana – Manuel Bandeira participou da Semana de Arte Moderna de 1922, em São Paulo
Leandro – Não, ele não participou
Luana – Mas no entanto foi lido um poema seu durante a Semana de Arte Moderna, correto?
Leandro – Sim, foi lido o poema “O Sapo”, por seu amigo Ronald de Carvalho, na segunda noite do acontecimento
Luana – Como era a vida de Manuel Bandeira no Rio de Janeiro?
Leandro – O poeta Manuel Bandeira tinha muitos amigos e participava das reuniões da Academia Brasileira de Letras, mas apesar disso, era um homem muito solitário
Luana – Ele era casado? Tinha filhos?
Leandro – Não, Manuel Bandeira não se casou e não teve filhos
Luana – Manuel Bandeira passou a vida toda achando que iria morrer de tuberculoso a qualquer hora, não é mesmo?
Leandro – É verdade, mas acabou morrendo aos 82 anos de parada cardíaca e não de tuberculose
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