segunda-feira, 29 de março de 2010
Ata da Sexta Reunião da AEL
No dia dezessete de março de dois mil e dez realizou-se a sexta reunião da AEL “Jorge Amado” da EMEF Prof. Nelson Pimentel Queiroz.Nesta data, das 11:55 às 13:25hs, os acadêmicos da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” reuniram-se com os coordenadores Prof. Valmi e Profª. Maria Aparecida. Antes do inicio dos trabalhos, ouvimos a Canção da Paz e fizemos 10 minutos de exercícios de relaxamento e de respiração.Foi comunicado aos acadêmicos que no final de abril faremos uma visita ao MASP.Em seguida fizemos a leitura da letra da música “Luz de Tieta”, de Caetano Veloso, que será o hino da AEL-Jorge Amado da EMEF Prof. Nelson Pimentel Queiroz. Cada acadêmico leu uma estrofe da letra. Após isso, discutimos a respeito do tema e da interpretação do texto e ouvimos a musica. Quem quis cantou a musica também. A seguir, o acadêmico Augusto falou a respeito do livro que está lendo: “A droga da obediência”, de Pedro Bandeira. Vários alunos comentaram a respeito do que achavam que a historia falava. Após isso, a acadêmica Thaiane leu um poema tirado do livro que ela está lendo (o volume 6 da coleção “Para gostar de ler”): “O menino azul”, de Cecília Meireles.Depois disso, a acadêmica Luana comentou que está lendo o livro “Quem tem medo de monstro?” de Ruth Rocha. Na seqüência, o acadêmico Felipe Silva comentou a respeito do livro que está lendo “Manifesto verde”, de Inácio de Loyola Brandão. Disse que o livro fala sobre a natureza no presente e no futuro. O Prof. Valmi pediu a ele para, na próxima reunião, explicar o porquê do nome do livro. Ele deverá descobrir isso e contar para todos os acadêmicos. O Prof. Valmi disse que nesse dia, após a explicação do acadêmico, ele irá exibir um trecho do filme “Os sem floresta” para ser relacionado com o livro “Manifesto verde”.
Ata da Quinta Reunião da AEL
No dia doze de março de dois mil e dez realizou-se quinta reunião da AEL “Jorge Amado” da EMEF Prof. Nelson Pimentel Queiroz. Nesta data, das 11:55 às 13:25hs, os acadêmicos da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” reuniram-se com os coordenadores Prof. Valmi e Profª. Maria Aparecida. No inicio dos trabalhos, ouvimos a “Canção da Paz”. Em seguida, realizamos a chamada dos acadêmicos. Em seguida, a acadêmica Beatriz comentou a respeito da história que está lendo, do livro “Corda bamba” de Lygia Bojunga. Após a fala de Beatriz, a acadêmica Inaê leu o poema “Mutações” que está no livro “Villa-boa de Goyas” de Cora Coralina e fez um comentário. Depois disso, o acadêmico Matheus Landim comentou o resumo do livro “Viagem ao centro da Terra”, de Julio Verne. Alguns acadêmicos fizeram perguntas a respeito da história. O acadêmico Matheus Landim respondeu e explicou cada pergunta. A seguir, foi exibido um trecho do filme “Viagem ao centro da Terra”, a fim de os acadêmicos relacionarem o livro ao filme. Depois disso, o acadêmico Guilherme voltou a falar a respeito do livro de C.S.Lewis, “As crônicas de Nárnia”. Explicou por que (e como) surgiu o guarda-roupa. A seguir, foi exibido um trecho do filme “As crônicas de Nárnia”.
Ata da Quarta Reunião da AEL
No dia cinco de março de dois mil e dez realizou-se a quarta reunião da AEL “Jorge Amado” da EMEF Prof. Nelson Pimentel Queiroz. Nesta data, das 11:55 às 13:25hs, os acadêmicos da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” reuniram-se com os coordenadores Prof. Valmi e Profª. Maria Aparecida. Antes do inicio dos trabalhos, todos os acadêmicos fizeram dez minutos de exercícios de relaxamente e de respiração. Após a chamada dos acadêmicos, o Prof. Valmi pediu para os alunos recordarem o que foi visto na última reunião, enfatizando o valor da memória e da concentração.A seguir, ouvimos o CD com a “Canção da Paz”. Todos cantaram juntos. Em seguida, o acadêmico Guilherme que está lendo “As crônicas de Nárnia”, de C.S.Lewis, contou para a classe a primeira história: “O sobrinho do mago”. Em acadêmico Elísio, na seqüência, leu um poema contido no livro de Jorge Amado “O gato malhado e a Andorinha Sinhá”:
"O mundo só vai prestar
Para nele se viver
No dia em que a gente ver
Um gato maltês casar
Com uma alegre andorinha
Saindo os dois a voar
O noivo e sua noivinha
Dom Gato e dona Andorinha."
Após o aluno ler por três vezes o poema em voz alta, os alunos falaram o que entenderam da idéia principal do poema. Depois disso, a acadêmica Katarina falou que está lendo “Memórias da Emília” de Monteiro Lobato e que, quando terminar, falará sobre a história. O acadêmico Felipe Silva falou o nome e o autor do livro que está lendo: “O menino que não teve medo do medo”, de Inácio de Loyola Brandão, e leu uma mini biografia desse autor. Após os acadêmicos terminarem de falar, o Prof. Valmi distribuiu o poema de Madre Tereza de Calcutá “Nunca te detenhas” (cópia abaixo). A acadêmica Sara leu o poema em voz alta. O acadêmico Matheus também fez isso. Após isso, o Prof. Valmi leu mais uma vez o poema e pediu para os acadêmicos explicarem o que entenderam do texto. Muitos expressaram sua opinião, inclusive o Prof. Valmi. Após isso, o Prof. Valmi exibiu um trecho do filme “Up, altas aventuras” para os alunos relacionarem o conteúdo do poema ao filme. Vários acadêmicos falaram a respeito disso.
Nunca te detenhas
Madre Teresa de Calcutá
Tem sempre presente que a pele se enruga,
O cabelo embranquece,
Os dias convertem-se em anos...
Mas o que é importante não muda;
A tua força e convicção não tem idade,
O teu espírito é como qualquer teia de aranha.
Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.
Enquanto estejas viva, sente viva.
Se sente saudades do que fazias, volta a fazê-lo.
Não vivas de fotografias amarelecidas...
Continua, quando todos esperam que desistas.
Não deixes que enferruje o ferro que existe em ti.
Faz com que em vez de pena, te tenham respeito.
Quando não conseguires correr através dos anos, trota.
Quando não conseguires trotar, caminha.
Quando conseguires caminhar, usa uma bengala.
Mas nunca te detenhas.
"O mundo só vai prestar
Para nele se viver
No dia em que a gente ver
Um gato maltês casar
Com uma alegre andorinha
Saindo os dois a voar
O noivo e sua noivinha
Dom Gato e dona Andorinha."
Após o aluno ler por três vezes o poema em voz alta, os alunos falaram o que entenderam da idéia principal do poema. Depois disso, a acadêmica Katarina falou que está lendo “Memórias da Emília” de Monteiro Lobato e que, quando terminar, falará sobre a história. O acadêmico Felipe Silva falou o nome e o autor do livro que está lendo: “O menino que não teve medo do medo”, de Inácio de Loyola Brandão, e leu uma mini biografia desse autor. Após os acadêmicos terminarem de falar, o Prof. Valmi distribuiu o poema de Madre Tereza de Calcutá “Nunca te detenhas” (cópia abaixo). A acadêmica Sara leu o poema em voz alta. O acadêmico Matheus também fez isso. Após isso, o Prof. Valmi leu mais uma vez o poema e pediu para os acadêmicos explicarem o que entenderam do texto. Muitos expressaram sua opinião, inclusive o Prof. Valmi. Após isso, o Prof. Valmi exibiu um trecho do filme “Up, altas aventuras” para os alunos relacionarem o conteúdo do poema ao filme. Vários acadêmicos falaram a respeito disso.
Nunca te detenhas
Madre Teresa de Calcutá
Tem sempre presente que a pele se enruga,
O cabelo embranquece,
Os dias convertem-se em anos...
Mas o que é importante não muda;
A tua força e convicção não tem idade,
O teu espírito é como qualquer teia de aranha.
Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.
Enquanto estejas viva, sente viva.
Se sente saudades do que fazias, volta a fazê-lo.
Não vivas de fotografias amarelecidas...
Continua, quando todos esperam que desistas.
Não deixes que enferruje o ferro que existe em ti.
Faz com que em vez de pena, te tenham respeito.
Quando não conseguires correr através dos anos, trota.
Quando não conseguires trotar, caminha.
Quando conseguires caminhar, usa uma bengala.
Mas nunca te detenhas.
Ata da Terceira Reunião da AEL
No dia vinte e seis de fevereiro de dois mil e dez realizou-se a terceira reunião de formação da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” da EMEF Prof. Nelson Pimentel Queiroz. Nesta data, das 11:55 às 13:25hs, os acadêmicos da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” reuniram-se com os coordenadores Prof. Valmi e Profª. Maria Aparecida. Após a chamada, o Prof.. Valmi comunicou aos alunos acadêmicos que eles receberão uma pasta, em uma das próximas reuniões, que deverá ser trazida em todas as reuniões. Em seguida, alguns alunos comentaram ao respeito do livro que levaram ou estão lendo: Elísio está lendo “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá” de Jorge Amado. O aluno leu o texto que escreveu a respeito do livro. Disse que vai continuar a leitura do livro para poder comentar com o grupo na próxima reunião. Felipe Silva está lendo “O menino que não teve medo do medo”, de Inácio de Loyola Brandão. Reproduziu a história lida e comunicou que irá trazer o livro na próxima reunião para recontar a história. O acadêmico Filipe Santana está lendo “A arca de Noé” de Vinícius de Moraes. Disse que precisava terminar de ler o livro e que não lembrava para contar. Aproveitando o tema, Elísio contou o enredo de um filme, “A arca de Noé”, que ele assistira há algum tempo. Mayara leu “Fábulas de La Fontaine”. Contou para a classe a fábula “A lebre e a tartaruga”. O Prof. Valmi entregou uma cópia do poema de Manuel Bandeira “O bicho” para os alunos lerem. Alguns alunos leram em voz alta. Após isso, foram discutidos o conteúdo e a mensagem do texto.
O Bicho
Manuel Bandeira
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos
Quando achava alguma coisa;
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Após a discussão a respeito do poema, foi exibido o curta “Ilha das Flores”. Em seguida, o filme foi comentado e vários acadêmicos fizeram a relação do filme com o poema. Vários alunos expressaram sua opinião relacionando o poema de Manuel Bandeira com filme “Ilha das Flores”.
O Bicho
Manuel Bandeira
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos
Quando achava alguma coisa;
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Após a discussão a respeito do poema, foi exibido o curta “Ilha das Flores”. Em seguida, o filme foi comentado e vários acadêmicos fizeram a relação do filme com o poema. Vários alunos expressaram sua opinião relacionando o poema de Manuel Bandeira com filme “Ilha das Flores”.
Ata da Segunda Reunião da AEL
No dia dezenove de fevereiro de dois mil e dez realizou-se a Segunda Reunião de formação da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” da EMEF Prof. Nelson Pimentel Queiroz. O grupo de alunos que compõem a AEL Jorge Amado reuniu-se com os professores coordenadores do projeto, Valmi e Maria Aparecida, das 11:55 à 13:25hs. Estudamos os seguintes poemas: “A porta”, A casa” e “O Pato”, de Vinícius de Moraes; “A banda” de Chico Buarque e “Monte Castelo” (recortes do Apóstolo Paulo e de Camões) de Renato Russo. Cada texto foi trabalhado do seguinte modo: dois alunos leram o texto em voz alta (um de cada vez). Após isso, a mensagem e o conteúdo do texto foram discutidos. Em seguida, ouvimos o poema musicado. Quem desejou pôde cantar também.
A Banda
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque
Estava à toa na vida
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
O homem sério que contava dinheiro parou
O faroleiro que contava vantagem parou
A namorada que contava as estrelas parou
Para ver, ouvir e dar passagem.
A moça triste que vivia calada sorriu
A rosa triste que vivia fechada se abriu
E a meninada toda se assanhou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
Estava à toa na vida
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
O velho fraco se esqueceu do cansaço e pensou
Que ainda era moço pra sair no terraço e dançou
A moça feia debruçou na janela
Pensando que a banda tocava pra ela
A marcha alegre se espalhou na avenida e insistiu
A lua cheia que vivia escondida surgiu Minha cidade toda se enfeitou
Pra ver a banda passar cantando coisas de amor
Mas para meu desencanto
O que era doce acabou
Tudo tomou seu lugar
Depois que a banda passou
E cada qual no seu canto
Em cada canto uma dor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor...
Monte Castelo
Legião Urbana
Composição: Renato Russo (recortes do Apóstolo Paulo e de Camões).
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja
Ou se envaidece...
O amor é o fogo
Que arde sem se ver
É ferida que dói
E não se sente
É um contentamento
Descontente
É dor que desatina sem doer...
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
É um não querer
Mais que bem querer
É solitário andar
Por entre a gente
É um não contentar-se
De contente
É cuidar que se ganha
Em se perder...
É um estar-se preso
Por vontade
É servir a quem vence
O vencedor
É um ter com quem nos mata
A lealdade
Tão contrário a si
É o mesmo amor...
Estou acordado
E todos dormem, todos dormem
Todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade...
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
O Pato
Vinicius de Moraes
Composição: Vinicius de Moraes / Toquinho / Paulo Soledade
Lá vem o Pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o Pato
Para ver o que é que há...(2x)
O Pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo...
Comeu um pedaço
De genipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
Lá vem o Pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o Pato
Para ver o que é que há...(2x)
O Pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo...
Comeu um pedaço
De genipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
A Casa
Vinicius de Moraes
Composição: Vinicius de Moraes
Era uma casa muito engraçada
Não tinha teto, não tinha nada
Ninguém podia entrar nela, não
Porque na casa não tinha chão
Ninguém podia dormir na rede
Porque na casa não tinha parede
Ninguém podia fazer pipi
Porque penico não tinha ali
Mas era feita com muito esmero
na rua dos bobos numero zero
Após a atividade com os poemas, no final da reunião, os acadêmicos escolheram livros para lerem em casa e comentarem na próxima reunião.
A Banda
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque
Estava à toa na vida
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
O homem sério que contava dinheiro parou
O faroleiro que contava vantagem parou
A namorada que contava as estrelas parou
Para ver, ouvir e dar passagem.
A moça triste que vivia calada sorriu
A rosa triste que vivia fechada se abriu
E a meninada toda se assanhou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
Estava à toa na vida
O meu amor me chamou
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor
O velho fraco se esqueceu do cansaço e pensou
Que ainda era moço pra sair no terraço e dançou
A moça feia debruçou na janela
Pensando que a banda tocava pra ela
A marcha alegre se espalhou na avenida e insistiu
A lua cheia que vivia escondida surgiu Minha cidade toda se enfeitou
Pra ver a banda passar cantando coisas de amor
Mas para meu desencanto
O que era doce acabou
Tudo tomou seu lugar
Depois que a banda passou
E cada qual no seu canto
Em cada canto uma dor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor
Depois da banda passar
Cantando coisas de amor...
Monte Castelo
Legião Urbana
Composição: Renato Russo (recortes do Apóstolo Paulo e de Camões).
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja
Ou se envaidece...
O amor é o fogo
Que arde sem se ver
É ferida que dói
E não se sente
É um contentamento
Descontente
É dor que desatina sem doer...
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
É um não querer
Mais que bem querer
É solitário andar
Por entre a gente
É um não contentar-se
De contente
É cuidar que se ganha
Em se perder...
É um estar-se preso
Por vontade
É servir a quem vence
O vencedor
É um ter com quem nos mata
A lealdade
Tão contrário a si
É o mesmo amor...
Estou acordado
E todos dormem, todos dormem
Todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade...
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...
O Pato
Vinicius de Moraes
Composição: Vinicius de Moraes / Toquinho / Paulo Soledade
Lá vem o Pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o Pato
Para ver o que é que há...(2x)
O Pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo...
Comeu um pedaço
De genipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
Lá vem o Pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o Pato
Para ver o que é que há...(2x)
O Pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo...
Comeu um pedaço
De genipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi prá panela...
A Casa
Vinicius de Moraes
Composição: Vinicius de Moraes
Era uma casa muito engraçada
Não tinha teto, não tinha nada
Ninguém podia entrar nela, não
Porque na casa não tinha chão
Ninguém podia dormir na rede
Porque na casa não tinha parede
Ninguém podia fazer pipi
Porque penico não tinha ali
Mas era feita com muito esmero
na rua dos bobos numero zero
Após a atividade com os poemas, no final da reunião, os acadêmicos escolheram livros para lerem em casa e comentarem na próxima reunião.
Ata da Primeira Reunião da AEL
PAUTA DA 1ª REUNIÃO DE FORMAÇÃO DA ACADEMIA ESTUDANTIL DE LETRAS “JORGE AMADO”
1 – O que é uma Academia?
2 – Professores coordenadores: Valmi Pereira e Maria Aparecida
3 – Local de Reunião – Sala da 5ª Série “A” e Sala de Leitura
4 – Horário das reuniões – 6ªs feiras das 11:55hs às 13:25hs
5 – Escolha dos patronos
6 – Ritual dos Acadêmicos;
- Participar das reuniões semanais
- Apresentar seminários mensais
- Ler e pesquisar sobre seus autores
- Confeccionar o Mural da AEL Jorge Amado
- Elaborar um jornal quinzenal
- Juramento dos acadêmicos
- Canção da Paz
- Hino da academia
- Capa
- Postura acadêmica
- Saraus literários
7 – Outras informações
- Palestras e debates com escritores
- Exibição de filmes em DVD
- Passeios culturais (Museu da Língua Portuguesa, MASP, etc.)
8 – Mídias eletrônicas
- E-mails
- Blog
- Comunidade no Orkut
9 – Participações dos pais dos acadêmicos
10 – Lista de presença nas reuniões semanais e mensais
1 – O que é uma Academia?
2 – Professores coordenadores: Valmi Pereira e Maria Aparecida
3 – Local de Reunião – Sala da 5ª Série “A” e Sala de Leitura
4 – Horário das reuniões – 6ªs feiras das 11:55hs às 13:25hs
5 – Escolha dos patronos
6 – Ritual dos Acadêmicos;
- Participar das reuniões semanais
- Apresentar seminários mensais
- Ler e pesquisar sobre seus autores
- Confeccionar o Mural da AEL Jorge Amado
- Elaborar um jornal quinzenal
- Juramento dos acadêmicos
- Canção da Paz
- Hino da academia
- Capa
- Postura acadêmica
- Saraus literários
7 – Outras informações
- Palestras e debates com escritores
- Exibição de filmes em DVD
- Passeios culturais (Museu da Língua Portuguesa, MASP, etc.)
8 – Mídias eletrônicas
- E-mails
- Blog
- Comunidade no Orkut
9 – Participações dos pais dos acadêmicos
10 – Lista de presença nas reuniões semanais e mensais
domingo, 28 de março de 2010
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