11/06/2010 – 17ª reunião da AEL “Jorge Amado” da Emef. Prof. Nelson Pimentel Queiroz.
Aos onze dias do mês de junho de dois mil e dez, os alunos da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” reuniram-se com os coordenadores Prof. Valmi e Profª. Maria Aparecida, no período de 11h55min as 13h25min. O Prof. Valmi informou a todos os acadêmicos a respeito do 1º seminário que fará uma homenagem a Manuel Bandeira, dizendo que os acadêmicos que vão declamar um poema precisam continuar se empenhando em memorizá-lo. Depois dos informes os acadêmicos presentes iniciaram um trabalho a respeito da Copa do Mundo de 2010. Selecionaram reportagens, noticias e fotos de alguns jornais e revistas e fizeram cartazes. Em seguida, esses cartazes foram colocados em murais no pátio da escola e a reunião foi encerrada.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Seminário: Manuel Bandeira - poesias recitadas pelos alunos
1- Andorinha
Andorinha, andorinha lá fora esta cantando:
-Passei o dia a-toa, a-toa.
Andorinha minha canção é mais triste:
-Passei a vida a-toa, a-toa.´´
2 – Nas ondas
Nas ondas da praia
Nas ondas do mar
Quero ser feliz
Quero me afogar.
Nas ondas da praia
Quem vem me beijar?
Quero a estrela-d'alva
Rainha do mar.
Quero ser feliz
Nas ondas do mar
Quero esquecer tudo
Quero descansar.
3 - Mulheres
Como as mulheres são lindas!
Inútil pensar que é do vestido...
E depois não há só as bonitas:
Há também as simpáticas.
E as feias, certas feias em cujos olhos vejo isto:
Uma menininha que é batida e pisada e nunca sai da cozinha.
Como deve ser bom gostar de uma feia!
O meu amor porém não tem bondade alguma.
É fraco! Fraco!
Meu Deus, eu amo como as criancinhas...
És linda como uma história da carochinha...
E eu preciso de ti como precisava de mamãe e papai
(No tempo em que pensava que os ladrões moravam no morro atrás de casa e tinham cara de pau)
4 – O rio
Ser como o rio que deflui
Silencioso dentro da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas nos céus, refleti-las.
E se os céus se pejam de nuvens,
Como o rio as nuvens são água,
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranquilas.
5 – Não quero amar
Não quero amar,
Não quero ser amado.
Não quero combater,
Não quero ser soldado.
— Quero a delícia de poder se
6 - A onda
a onda anda
aonde anda
a onda?
a onda ainda
ainda onda
ainda anda
aonde?
aonde?
a onda a onda
7- Profundamente
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci.
Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?
- Estão todos dormindo
Estão todos deitados
Dormindo Profundamente.
8 - Canção do vento e da minha vida
O vento varria as folhas,
o vento varria os frutos,
o vento varria as flores...
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de frutos, de flores, de folhas.
O vento varria as luzes,
o vento varria as músicas,
o vento varria os aromas...
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de aromas, de estrelas, de cânticos.
O vento varria os sonhos
e varria as amizades...
o vento varria as mulheres.
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de afetos e de mulheres.
O vento varria os meses
e varria os teus sorrisos...
o vento varria tudo!
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de tudo.
9 - CONSOADA
Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
Talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
- Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.
10 – Trem de ferro
Café com pão
Café com pão
Café com pão
Virge maria que foi isso maquinista?
Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu presciso
Muita força
Muita força
Muita força
Oô...
Menina bonita
Do vestido verde
Me dá tua boca
Pra matá minha sede
Oô...
Vou mimbora
Vou mimbora
Não gosto daqui
Nasci no sertão
Sou de Ouricuri
Oô...
Vou depressa
Vou correndo
Vou na toda
Que só levo
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente...
Andorinha, andorinha lá fora esta cantando:
-Passei o dia a-toa, a-toa.
Andorinha minha canção é mais triste:
-Passei a vida a-toa, a-toa.´´
2 – Nas ondas
Nas ondas da praia
Nas ondas do mar
Quero ser feliz
Quero me afogar.
Nas ondas da praia
Quem vem me beijar?
Quero a estrela-d'alva
Rainha do mar.
Quero ser feliz
Nas ondas do mar
Quero esquecer tudo
Quero descansar.
3 - Mulheres
Como as mulheres são lindas!
Inútil pensar que é do vestido...
E depois não há só as bonitas:
Há também as simpáticas.
E as feias, certas feias em cujos olhos vejo isto:
Uma menininha que é batida e pisada e nunca sai da cozinha.
Como deve ser bom gostar de uma feia!
O meu amor porém não tem bondade alguma.
É fraco! Fraco!
Meu Deus, eu amo como as criancinhas...
És linda como uma história da carochinha...
E eu preciso de ti como precisava de mamãe e papai
(No tempo em que pensava que os ladrões moravam no morro atrás de casa e tinham cara de pau)
4 – O rio
Ser como o rio que deflui
Silencioso dentro da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas nos céus, refleti-las.
E se os céus se pejam de nuvens,
Como o rio as nuvens são água,
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranquilas.
5 – Não quero amar
Não quero amar,
Não quero ser amado.
Não quero combater,
Não quero ser soldado.
— Quero a delícia de poder se
6 - A onda
a onda anda
aonde anda
a onda?
a onda ainda
ainda onda
ainda anda
aonde?
aonde?
a onda a onda
7- Profundamente
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci.
Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?
- Estão todos dormindo
Estão todos deitados
Dormindo Profundamente.
8 - Canção do vento e da minha vida
O vento varria as folhas,
o vento varria os frutos,
o vento varria as flores...
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de frutos, de flores, de folhas.
O vento varria as luzes,
o vento varria as músicas,
o vento varria os aromas...
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de aromas, de estrelas, de cânticos.
O vento varria os sonhos
e varria as amizades...
o vento varria as mulheres.
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de afetos e de mulheres.
O vento varria os meses
e varria os teus sorrisos...
o vento varria tudo!
E a minha vida ficava
cada vez mais cheia
de tudo.
9 - CONSOADA
Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
Talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
- Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.
10 – Trem de ferro
Café com pão
Café com pão
Café com pão
Virge maria que foi isso maquinista?
Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu presciso
Muita força
Muita força
Muita força
Oô...
Menina bonita
Do vestido verde
Me dá tua boca
Pra matá minha sede
Oô...
Vou mimbora
Vou mimbora
Não gosto daqui
Nasci no sertão
Sou de Ouricuri
Oô...
Vou depressa
Vou correndo
Vou na toda
Que só levo
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente...
Seminário: Manuel Bandeira
Seminário sobre o poeta Manuel Bandeira em 24 de junho de 2010
A VIDA DE MANUEL BANDEIRA
Entrevista: Leandro e Luana
Luana – Onde nasceu Manuel Bandeira?
Leandro – Em Recife, Pernambuco
Luana – Em que ano nasceu Manuel Bandeira?
Leandro – Ele nasceu em 19 de abril de 1886
Luana – Para qual cidade Manuel Bandeira se mudou ainda jovem?
Leandro – Ele se mudou, ainda jovem, para o Rio de Janeiro
Luana – Em que ano Manuel Bandeira se transferiu para São Paulo?
Leandro – Foi no ano de 1903
Luana – Que curso Manuel Bandeira fez em São Paulo?
Leandro – Bandeira fez o curso de Engenharia na Escola Politécnica
Luana – Por que Bandeira abandonou os estudos?
Leandro – Por causa da tuberculose e retornou ao Rio de Janeiro, nessa época
Luana – O que ele fez no Rio de Janeiro?
Leandro – Ele escreveu poesias e prosas
Luana – Ele também era professor?
Leandro – Ele deu aula na Faculdade Nacional de Filosofia
Luana – Por causa da doença ele passou longos períodos em quais lugares?
Leandro – Ele passou grande tempo da sua vida em estações climáticas no Brasil e na Europa
Luana – Os anos entre 1916 e 1920 foram muito tristes para o poeta. O que aconteceu com ele nesse período?
Leandro – Ele perdeu a mãe, a irmã e o pai
Luana – Que livro ele publicou em 1917?
Leandro – Ele publicou o livro “As cinzas das horas”
Luana – Que outro livro ele lançou?
Leandro – Dois anos depois ele lançou o livro “O Carnaval” onde fazia uso do verso livre
Luana – Manuel Bandeira participou da Semana de Arte Moderna de 1922, em São Paulo
Leandro – Não, ele não participou
Luana – Mas no entanto foi lido um poema seu durante a Semana de Arte Moderna, correto?
Leandro – Sim, foi lido o poema “O Sapo”, por seu amigo Ronald de Carvalho, na segunda noite do acontecimento
Luana – Como era a vida de Manuel Bandeira no Rio de Janeiro?
Leandro – O poeta Manuel Bandeira tinha muitos amigos e participava das reuniões da Academia Brasileira de Letras, mas apesar disso, era um homem muito solitário
Luana – Ele era casado? Tinha filhos?
Leandro – Não, Manuel Bandeira não se casou e não teve filhos
Luana – Manuel Bandeira passou a vida toda achando que iria morrer de tuberculoso a qualquer hora, não é mesmo?
Leandro – É verdade, mas acabou morrendo aos 82 anos de parada cardíaca e não de tuberculose
A VIDA DE MANUEL BANDEIRA
Entrevista: Leandro e Luana
Luana – Onde nasceu Manuel Bandeira?
Leandro – Em Recife, Pernambuco
Luana – Em que ano nasceu Manuel Bandeira?
Leandro – Ele nasceu em 19 de abril de 1886
Luana – Para qual cidade Manuel Bandeira se mudou ainda jovem?
Leandro – Ele se mudou, ainda jovem, para o Rio de Janeiro
Luana – Em que ano Manuel Bandeira se transferiu para São Paulo?
Leandro – Foi no ano de 1903
Luana – Que curso Manuel Bandeira fez em São Paulo?
Leandro – Bandeira fez o curso de Engenharia na Escola Politécnica
Luana – Por que Bandeira abandonou os estudos?
Leandro – Por causa da tuberculose e retornou ao Rio de Janeiro, nessa época
Luana – O que ele fez no Rio de Janeiro?
Leandro – Ele escreveu poesias e prosas
Luana – Ele também era professor?
Leandro – Ele deu aula na Faculdade Nacional de Filosofia
Luana – Por causa da doença ele passou longos períodos em quais lugares?
Leandro – Ele passou grande tempo da sua vida em estações climáticas no Brasil e na Europa
Luana – Os anos entre 1916 e 1920 foram muito tristes para o poeta. O que aconteceu com ele nesse período?
Leandro – Ele perdeu a mãe, a irmã e o pai
Luana – Que livro ele publicou em 1917?
Leandro – Ele publicou o livro “As cinzas das horas”
Luana – Que outro livro ele lançou?
Leandro – Dois anos depois ele lançou o livro “O Carnaval” onde fazia uso do verso livre
Luana – Manuel Bandeira participou da Semana de Arte Moderna de 1922, em São Paulo
Leandro – Não, ele não participou
Luana – Mas no entanto foi lido um poema seu durante a Semana de Arte Moderna, correto?
Leandro – Sim, foi lido o poema “O Sapo”, por seu amigo Ronald de Carvalho, na segunda noite do acontecimento
Luana – Como era a vida de Manuel Bandeira no Rio de Janeiro?
Leandro – O poeta Manuel Bandeira tinha muitos amigos e participava das reuniões da Academia Brasileira de Letras, mas apesar disso, era um homem muito solitário
Luana – Ele era casado? Tinha filhos?
Leandro – Não, Manuel Bandeira não se casou e não teve filhos
Luana – Manuel Bandeira passou a vida toda achando que iria morrer de tuberculoso a qualquer hora, não é mesmo?
Leandro – É verdade, mas acabou morrendo aos 82 anos de parada cardíaca e não de tuberculose
Ata da décima sexta reunião
No dia vinte e oito de maio de dois mil e dez realizou-se décima sexta reunião da AEL “Jorge Amado” da EMEF Prof. Nelson Pimentel Queiroz. Nesta data, das 11:55 às 13:25hs, os acadêmicos da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” reuniram-se com os coordenadores Prof. Valmi e Profª. Maria Aparecida. No inicio da reunião, o prof. Valmi comentou a respeito da gincana proposta em sala de aula para os membros da AEL. Informou que os acadêmicos da 5ª C empataram com os da 5ª A. A seguir, o prof. Valmi leu as versões que cada um dos quatro personagens do filme visto em 21/05/2010 deram para a historia de Chapeuzinho Vermelho: a versão do lenhador, a versão do lobo, a versão da vovó e a da Chapeuzinho. Quatro acadêmicos de cada classe ficaram encarregados de reproduzir essas versões. O prof. Valmi leu a versão do lenhador, produzida pela acadêmica Hohannah. Em seguida, ele leu a versão da Chapeuzinho, reproduzida por Ynaê. Após isso, alguns acadêmicos recordaram a versão do lobo e a da vovó. Em seguida, o prof. Valmi fez uma gincana com os acadêmicos. Eles foram separados por classe: 5ª A, 5ª B, 5ª C e 5ª D. O prof. Valmi fazia uma pergunta para cada série (classe) de acadêmicos, essas perguntas eram relacionadas à academia e às atividades e passeios feitos pelos acadêmicos. Exemplos: “Qual é o titulo do hino de nossa academia?”, “Qual acadêmico ocupa a cadeira nº. 1?,”, ”Qual é o nome da autora do hino de nossa academia?”, “Em que cidade nasceu Mário Quintana?. Após várias perguntas para cada grupo, a gincana foi encerrada. Os acadêmicos da 5ª A ficaram com cinco pontos, os da 5ª B com 1, os da 5ª C, com 6 e os da 5ª D com 5. A reunião foi encerrada com o aviso feito pelo prof. Valmi para todos estudarem os seus poemas de Manuel Bandeira.
Ata da décima quinta reunião
No dia vinte e um de maio de dois mil e dez realizou-se décima quinta reunião da AEL “Jorge Amado” da EMEF Prof. Nelson Pimentel Queiroz. Nesta data, das 11:55 às 13:25hs, os acadêmicos da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” reuniram-se com os coordenadores Prof. Valmi e Profª. Maria Aparecida. A reunião foi iniciada com a exibição do filme “Deu a louca na chapeuzinho”. O filme foi interrompido por volta de 13:15hs antes do final, para que o prof. Valmi conversasse com alguns acadêmicos, os da 5ª A, a respeito do seminário que homenageará o escritor Manuel Bandeira. Esse seminário ocorrerá no dia 24/06/2010. Nesse dia, os acadêmicos já terão suas capas e poderão utilizá-las haverá um seminário por mês. O primeiro será esse em homenagem a Manuel Bandeira. Durante o seminário, o prof. Jorge, de Língua Portuguesa, convidado pela academia, falará a respeito da biografia de Manuel Bandeira. A profª. Luciene, de Artes, vai falar a respeito da Semana de Arte Moderna, da qual Manuel Bandeira participou. O acadêmico Leandro vai pesquisar e apresentar sua pesquisa a respeito de Manuel Bandeira, autor que ele representa na AEL. Outros acadêmicos participarão do seminário recitando poemas de Manuel Bandeira. Os poemas serão entregues aos acadêmicos no dia 24/05 na sala de aula. A reunião de hoje, compareceram pela primeira vez os alunos Vinicius Britto Santos, da 5ª B, Wesley Wolff, da 5ª A, Viviane Ponciano da Silva, da 5ª D e Bianca Silva Veiga, da 8ª A. A partir desta data, esses alunos também serão chamados de acadêmicos e deverão escolher um autor para representar
Ata da décima quarta reunião
No dia quatorze de maio de dois mil e dez realizou-se décima quarta reunião da AEL “Jorge Amado” da EMEF Prof. Nelson Pimentel Queiroz. Nesta data, das 11:55 às 13:25hs, os acadêmicos da Academia Estudantil de Letras “Jorge Amado” reuniram-se com os coordenadores Prof. Valmi e Profª. Maria Aparecida. No início da reunião, o professor Valmi comentou com os acadêmicos a respeito da cerimônia de fundação da AEL ocorrida no dia 13/05/2010 nesta escola. Vários acadêmicos fizeram também seus comentários. Em seguida, todos foram à sala de informática e o prof. Valmi mostrou para os acadêmicos as fotos e os filmes feitos durante a cerimônia de fundação da AEL.
Ata de Fundação da AEL J. Amado
CERIMONIAL DA FESTA DE FUNDAÇÃO DA
AEL JORGE AMADO 13.05.10
(Uma história se conta, não se explica...) Dizeres da faixa inaugural da AEL Jorge Amado.
1 - PREPARAÇÃO DO PALCO PARA A CERIMÔNIA DE POSSE – das 10:30hs às 11:00hs - Acomodação de 30 cadeiras: para os titulares. Colocação do microfone para o mestre de cerimônias. Colocação de outro microfone fixo para as apresentações individuais. Organizar as cadeiras para os convidados. Mesa com toalha e flores.
Convidados: pais, professores, funcionários,alunos e outros.
2 - ABERTURA – das 11h00 às 11h10 - Entrada de membros da DRE-Santo Amaro presentes (anunciados pela Diretora da Diretoria Regional de Educação) e do Diretor.
3 - ENTRADA DO MESTRE DE CERIMÔNIAS ( Jorge ), APRESENTAÇÃO DOS CONVIDADOS E AGRADECIMENTOS - 11h10 às 11h20
Bom dia!
É com imensa alegria que nos reunimos hoje para a realização da solenidade de fundação da Academia Estudantil de Letras Jorge Amado, da EMEF Prof Nelson Pimentel Queiroz
Agradecemos pela presença da Diretoria Regional de Educação - Santo Amaro, da supervisora da nossa EMEF, professora Marisa de Paulo Costa, das coordenadoras pedagógicas Marta e Maria Isabel, de todos os professores aqui presentes, pais, alunos. Passamos a expor os objetivos da Academia Estudantil de Letras e a relatar um breve histórico desse trabalho.
O espírito desse Projeto é construir, pouco a pouco, uma base sólida para o desenvolvimento e o aprimoramento do gosto pela leitura e pela escrita entre os estudantes e, ao mesmo tempo, desenvolver, paulatinamente, por meio da Literatura, valores humanos indispensáveis à edificação da auto-estima e ao convívio pacífico e solidário.
A Academia Estudantil de Letras segue, com as adaptações necessárias, os moldes de uma autêntica Academia de Letras: os estudantes escolhem patronos e ocupam cadeiras literárias; realizam estudos e participam das reuniões acadêmicas; organizam e apresentam seminários sobre os seus autores; “imortalizam” os seus patronos, na medida em que, ao saírem da escola ao final do curso, ou por outro motivo ao longo do processo, são substituídos pelos suplentes.
O Projeto AEL encontra-se em fase de plena expansão. Além da AEL Jorge Amado que é 12ª Academia Estudantil de Letras a ser fundada em escolas da Rede Municipal, existem, ainda, mais duas academias estudantis de letras: uma na Rede Estadual de São Paulo e outra fora do estado, a AEL Poeta Antônio Francisco, em Apodi, Rio Grande do Norte.
4- ENTRADA DOS ACADÊMICOS - das 11h20 às 11h25
Dando continuidade à solenidade, anunciamos agora a entrada dos jovens acadêmicos, que tomarão posse hoje de suas cadeiras literárias, na Academia Estudantil de Letras Jorge Amado. Atenção: entram todos, pela ordem – nessa hora não são chamados pelos nomes - ocupam suas cadeiras (enquanto entram colocar uma música de fundo).
5 - INÍCIO DA SOLENIDADE - Palavras do Diretor e Hino Nacional - das 10h25 às 10h35. O diretor convida todos a cantarem o hino nacional.
6- POSSE DA DIRETORIA DA AEL JORGE AMADO para o 1º exercício – Posse dos alunos acadêmicos – Apresentações individuais – Juramento Acadêmico – Hino da Academia Estudantil de Letras Jorge Amado – das 11:35hs às 12:45hs.
Posse da Diretoria:
- Nesse momento chamamos o professor Valmi Pereira de Oliveira – orientador dos estudos literários dos alunos acadêmicos do Ciclo II, para tomar posse do cargo de Presidente da AEL Jorge Amado. (Valmi assina a posse e dirige algumas palavras aos jovens acadêmicos).
- Agora chamamos a professora Maria Aparecida Costa – orientadora dos estudos literários dos alunos acadêmicos do Ciclo II, para tomar posse do cargo de Vice-Presidente da AEL Jorge Amado (Cida assina a posse e dirige algumas palavras aos acadêmicos)
Posse dos Novos Acadêmicos: (conduzida pelo mestre de cerimônias, Jorge.)
Iniciaremos nesse momento a solenidade de Posse dos alunos acadêmicos da AEL Jorge Amado.
Para tomar posse da cadeira nº 1, de JORGE AMADO, chamamos ELIZIO............................. (E ASSIM POR DIANTE... )
O professor Valmi e a Professora Cida ficam no palco durante toda a cerimônia de posse, orientando os acadêmicos quanto à assinatura no livro de atas, recebimento dos certificados de posse e dos cumprimentos e auxiliando em alguma eventualidade.
APRESENTAÇÕES INDIVIDUAIS (Cada aluno se dirige ao público e se apresenta e recita um trecho de um poema ou texto do seu autor)
Juramento Acadêmico e Hino da AEL JORGE AMADO
(O mestre de cerimônias, Jorge, chama o Presidente da AEL Jorge Amado para conduzir o juramento de posse dos novos alunos acadêmicos. Nesse momento os alunos devem ficar de pé, em posição de muito respeito. Ao final, depois dos aplausos, o mestre de cerimônias diz, de maneira solene:
DECLARAMOS NESSE MOMENTO OFICIALMENTE FUNDADA A ACADEMIA ESTUDANTIL DE LETRAS JORGE AMADO, DA EMEF PROF NELSON PIMENTEL QUEIROZ.
E para celebrar esse momento especial convidamos a compositora Mirian Warttusch, para reger o hino de sua autoria “A HORA DO POETA
7 - Palavras de Mirian Warttusch e ORAÇÃO DA PAZ – das 11h45 às 11h50
8 – ENCERRAMENTO: A NOSSA ACADEMIA É DEMAIS – das 11h50 às 12h00
Para encerrarmos o evento, pedimos a presença da professora de música Mirian, da equipe AEL, para a apresentação do hino de todas as academias “A NOSSA ACADEMIA É DEMAIS”, também de autoria de Mirian Warttusch. Todos estão convidados a cantar conosco.
AEL JORGE AMADO 13.05.10
(Uma história se conta, não se explica...) Dizeres da faixa inaugural da AEL Jorge Amado.
1 - PREPARAÇÃO DO PALCO PARA A CERIMÔNIA DE POSSE – das 10:30hs às 11:00hs - Acomodação de 30 cadeiras: para os titulares. Colocação do microfone para o mestre de cerimônias. Colocação de outro microfone fixo para as apresentações individuais. Organizar as cadeiras para os convidados. Mesa com toalha e flores.
Convidados: pais, professores, funcionários,alunos e outros.
2 - ABERTURA – das 11h00 às 11h10 - Entrada de membros da DRE-Santo Amaro presentes (anunciados pela Diretora da Diretoria Regional de Educação) e do Diretor.
3 - ENTRADA DO MESTRE DE CERIMÔNIAS ( Jorge ), APRESENTAÇÃO DOS CONVIDADOS E AGRADECIMENTOS - 11h10 às 11h20
Bom dia!
É com imensa alegria que nos reunimos hoje para a realização da solenidade de fundação da Academia Estudantil de Letras Jorge Amado, da EMEF Prof Nelson Pimentel Queiroz
Agradecemos pela presença da Diretoria Regional de Educação - Santo Amaro, da supervisora da nossa EMEF, professora Marisa de Paulo Costa, das coordenadoras pedagógicas Marta e Maria Isabel, de todos os professores aqui presentes, pais, alunos. Passamos a expor os objetivos da Academia Estudantil de Letras e a relatar um breve histórico desse trabalho.
O espírito desse Projeto é construir, pouco a pouco, uma base sólida para o desenvolvimento e o aprimoramento do gosto pela leitura e pela escrita entre os estudantes e, ao mesmo tempo, desenvolver, paulatinamente, por meio da Literatura, valores humanos indispensáveis à edificação da auto-estima e ao convívio pacífico e solidário.
A Academia Estudantil de Letras segue, com as adaptações necessárias, os moldes de uma autêntica Academia de Letras: os estudantes escolhem patronos e ocupam cadeiras literárias; realizam estudos e participam das reuniões acadêmicas; organizam e apresentam seminários sobre os seus autores; “imortalizam” os seus patronos, na medida em que, ao saírem da escola ao final do curso, ou por outro motivo ao longo do processo, são substituídos pelos suplentes.
O Projeto AEL encontra-se em fase de plena expansão. Além da AEL Jorge Amado que é 12ª Academia Estudantil de Letras a ser fundada em escolas da Rede Municipal, existem, ainda, mais duas academias estudantis de letras: uma na Rede Estadual de São Paulo e outra fora do estado, a AEL Poeta Antônio Francisco, em Apodi, Rio Grande do Norte.
4- ENTRADA DOS ACADÊMICOS - das 11h20 às 11h25
Dando continuidade à solenidade, anunciamos agora a entrada dos jovens acadêmicos, que tomarão posse hoje de suas cadeiras literárias, na Academia Estudantil de Letras Jorge Amado. Atenção: entram todos, pela ordem – nessa hora não são chamados pelos nomes - ocupam suas cadeiras (enquanto entram colocar uma música de fundo).
5 - INÍCIO DA SOLENIDADE - Palavras do Diretor e Hino Nacional - das 10h25 às 10h35. O diretor convida todos a cantarem o hino nacional.
6- POSSE DA DIRETORIA DA AEL JORGE AMADO para o 1º exercício – Posse dos alunos acadêmicos – Apresentações individuais – Juramento Acadêmico – Hino da Academia Estudantil de Letras Jorge Amado – das 11:35hs às 12:45hs.
Posse da Diretoria:
- Nesse momento chamamos o professor Valmi Pereira de Oliveira – orientador dos estudos literários dos alunos acadêmicos do Ciclo II, para tomar posse do cargo de Presidente da AEL Jorge Amado. (Valmi assina a posse e dirige algumas palavras aos jovens acadêmicos).
- Agora chamamos a professora Maria Aparecida Costa – orientadora dos estudos literários dos alunos acadêmicos do Ciclo II, para tomar posse do cargo de Vice-Presidente da AEL Jorge Amado (Cida assina a posse e dirige algumas palavras aos acadêmicos)
Posse dos Novos Acadêmicos: (conduzida pelo mestre de cerimônias, Jorge.)
Iniciaremos nesse momento a solenidade de Posse dos alunos acadêmicos da AEL Jorge Amado.
Para tomar posse da cadeira nº 1, de JORGE AMADO, chamamos ELIZIO............................. (E ASSIM POR DIANTE... )
O professor Valmi e a Professora Cida ficam no palco durante toda a cerimônia de posse, orientando os acadêmicos quanto à assinatura no livro de atas, recebimento dos certificados de posse e dos cumprimentos e auxiliando em alguma eventualidade.
APRESENTAÇÕES INDIVIDUAIS (Cada aluno se dirige ao público e se apresenta e recita um trecho de um poema ou texto do seu autor)
Juramento Acadêmico e Hino da AEL JORGE AMADO
(O mestre de cerimônias, Jorge, chama o Presidente da AEL Jorge Amado para conduzir o juramento de posse dos novos alunos acadêmicos. Nesse momento os alunos devem ficar de pé, em posição de muito respeito. Ao final, depois dos aplausos, o mestre de cerimônias diz, de maneira solene:
DECLARAMOS NESSE MOMENTO OFICIALMENTE FUNDADA A ACADEMIA ESTUDANTIL DE LETRAS JORGE AMADO, DA EMEF PROF NELSON PIMENTEL QUEIROZ.
E para celebrar esse momento especial convidamos a compositora Mirian Warttusch, para reger o hino de sua autoria “A HORA DO POETA
7 - Palavras de Mirian Warttusch e ORAÇÃO DA PAZ – das 11h45 às 11h50
8 – ENCERRAMENTO: A NOSSA ACADEMIA É DEMAIS – das 11h50 às 12h00
Para encerrarmos o evento, pedimos a presença da professora de música Mirian, da equipe AEL, para a apresentação do hino de todas as academias “A NOSSA ACADEMIA É DEMAIS”, também de autoria de Mirian Warttusch. Todos estão convidados a cantar conosco.
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